Docker – Perguntas Frequentes

Após uma conversa dentro da OCTO sobre Docker versus LXC e Virtual Machines (VMs), este post contem algumas perguntas e respostas sobre os conceitos e as principais diferenças entre essas tecnologias.

Pergunta: Qual é a diferença entre VMs e containers LXC?

Uma Virtual Machine (VM) consiste em rodar diversos Sistemas Operacionais (SOs) clientes completos (Linux, Windows, BSD, …) em recursos de hardware compartilhados. Tais SOs podem ser diferentes em cada VM e também pode ser diferente do sistema operacional base, onde rodam as VMs. Cada kernel do Sistema Operacional virtualizado considera sua execução em um hardware comum, sendo ele genérico ou um driver hypervisor específico.
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Ferramentas de análise estática para C# e .NET, NDepend em Profundidade

Como um arquiteto de software, muitas vezes eu tenho que analisar muitos código de aplicações, a fim de executar uma verificação de qualidade.

É um código de boa aparência? Qual a sua complexidade e cobertura de teste? Posso considerar o código como sustentável e com uma boa escalabilidade?

É claro que eu não vou gastar todo o meu tempo lendo cada arquivo-fonte, seria muito demorado e com certeza nada produtivo. Para isso, existem as ferramentas de análise estática de código fonte.

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Prevendo o futuro com filtros colaborativos

É possível prever o futuro? Muitos acreditam que um homem chamado Michel de Nostradamus foi capaz. Suas previsões têm intrigado estudiosos por mais de quatrocentos anos.

Collaborative Filtering

Prever o futuro sempre foi um dos maiores desejos do ser humano, isso pode ser visto em quadrinhos, filmes de Hollywood, e até mesmo na cigana que te aborda na rua para ler a sua mão. A ciência afirma que prever o futuro pode ser uma capacidade humana: uma pesquisa empírica sugere que o cérebro possui uma certa capacidade de perceber o que está por vir…

Mas, falando em tecnologia, como os aplicativos atuais conseguem oferecer produtos e serviços como se tivessem “adivinhando” a necessidade do usuário? O Neo diria que eles usam os poderes do Oráculo, mas acredite, não é bem assim…

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Até onde podemos ir com um desktop comum e uma aplicação Java reativa para web?

Programação reativaA tendência atual é que cada vez mais usuários fiquem conectados em todos os lugares e o tempo todo, muitas vezes em várias máquinas simultaneamente (desktop, tablet, celular). A promessa da programação reativa é prover recursos para suportar na mesma máquina muito mais conexões paralelas, e lidar com mais requisições por segundo, com menos threads e com muito menos memória e CPU do que os modos convencionais de programação. Para esse estudo nós criamos três versões de uma aplicação de teste:

  • versão servlet tradicional: uma servlet e chamada para um web service com Apache HttpClient
  • versão servlet assíncrona 3.0: uma servlet assíncrona e chamada para um web service com Apache HttpAsyncClient
  • versão 100% reativa: servidor HttpCore NIO e chamada de um web service com ApacheAsyncClient

Em seguida colocamos essas três versões sob testes de carga bastante agressivos para ver o que elas poderiam suportar. Read more

Os Padrões dos Gigantes da Web – DevOps

O movimento DevOps põe em cheque a fronteira entre as equipes de desenvolvimento e de operações. Não que essa discussão seja nova, mas a reestruturação proposta pelo DevOps é mais profunda, e bastante coerente com as metodologias ágeis, já presentes em boa parte das equipes de desenvolvimento, mas ainda distantes das equipes de operações.

O DevOps inclui muitas lições aprendidas dos Gigantes da Web (Amazon, Facebook, LinkedIn, etc.), que perceberam que não adianta fazer o desenvolvimento ágil, e parar nos processos lentos das equipes tradicionais de operações. O Time to Market (TTM) é um conceito chave para o sucesso dessas empresas, e para melhorá-lo é preciso rapidez não só no desenvolvimento, mas em toda a cadeia do produto.

Há outras vantagens no DevOps, mas o ponto central é realmente o TTM.

 

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A prática do “Enquadramento 360”: Como começar um projeto da maneira certa!

É muito comum em projetos de software investirmos muito tempo em análise de requisitos e inúmeras páginas de documentação, que requer muito tempo (as vezes até 6 meses!) e ao final quase sempre são apenas “engavetadas”.

Me deparei muitas vezes com essa situação e comecei a me questionar a respeito de até onde vale a pena focar tanto tempo e esforço construindo inúmeros diagramas e especificações.

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Medindo o desempenho de aplicações Web – Parte 3

Nos artigos anteriores (artigo 1 e artigo 2), vimos quais são os tipos de teste de performance que podem ser realizados para garantir o bom desempenho da aplicação, e também como um teste de carga pode nos ajudar a descobrir o quão performática é nossa aplicação.

Nesse artigo veremos o que é, e como pode ser realizado um novo conceito de testes: o PWPO.

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Medindo o desempenho de aplicações Web – Parte 2

No artigo anteriorvimos o que é um teste de carga, teste de stress e teste de não regressão de performance. Além disso vimos qual a importância de realizar testes de desempenho para garantir o bom funcionamento da aplicação web, e o quanto se perde em tempo (e dinheiro) tendo um site lento.

Nesse artigo veremos como um teste de carga poderá nos ajudar a descobrir o quão performática nossa aplicação e quais são os passos para planejar e executar um teste de carga.

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Medindo o desempenho de aplicações Web – Parte 1

Naquela típica conversa de almoço, certa vez, um colega disse que com uma pequena ajuda do Google poderia facilmente listar os estereótipos mais populares sobre uma nação, bastando pra isso digitar: “por que os [nacionalidade X] são tão…”, e rir com os resultados.

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Depois de algumas risadas eu pensei: qual seria o consenso da opinião pública sobre os maiores sites da internet. Adaptando um pouco a ideia anterior podemos ter algumas respostas interessantes:

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Pra minha surpresa os resultados indicaram que boa parte das pessoas está perguntando sobre o mesmo tema: o desempenho dos sites.

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