Arqui e tecno

Docker: onde estamos?

O Docker, em apenas 2 anos de existência, conquistou rapidamente a adoção da comunidade e de gigantes do mercado. Este sucesso fez emergir uma série de ferramentas auxiliares em torno da tecnologia. Temos hoje um variado ecossistema de soluções baseadas em Docker que vão de automatização de testes a soluções de big data.  Apesar do sucesso, muitos times enfrentaram problemas no uso em produção já que diversas destas ferramentas facilitadoras ainda estão em versão Beta e com pouca documentação.

O objetivo deste artigo é mostrar um panorama de onde estamos e indicar as ferramentas oficiais do ecossistema Docker estão com um bom grau de maturidade.

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Arqui e tecno

Microservices após o hype – O que é? Qual a motivação? E eu realmente preciso disso? – Parte 03

Nesta série de artigos, discutimos o que são microservices, as suas vantagens e limitações. Caso você ainda não tenha lido os artigos anteriores, basta ir até a Parte 01 e Parte 02.

Neste último artigo, de uma série de três, vamos discutir se precisamos mesmo de microservices. Também iremos discutir como dar início a uma implementação ou restruturação de uma arquitetura para a arquitetura baseada em microservices.
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Arqui e tecno

Microservices após o hype – O que é? Qual a motivação? E eu realmente preciso disso? – Parte 02

Na parte 01 deste artigo discutimos a arquitetura baseada em microservices. Foram apresentados os problemas encontrados em grandes projetos sob a perspectiva da complexidade e da inovação. Também foi apresentado o conceito de microservices e como microservices trata as dificuldades encontradas em grandes projetos.

Na parte 02, iremos tratar as vantagens e as limitações da arquitetura baseada em microservices.
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Arqui e tecno

Microservices após o hype – O que é? Qual a motivação? E eu realmente preciso disso? – Parte 01

Em 2015, houve um grande barulho sobre o tópico de microservices. Não havia uma conferência sequer que não falasse no assunto e não houve uma semana sem um novo mágico framework que fosse capaz de entregar mil funcionalidades com um clique.

Resultado: houve muito foco em ferramentas e histórias bonitas, e não em questões realmente relevantes.

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Big data

Geolocalização de publicações médico científicas

Geolocalização de publicações médico científicas

Na medicina, existem descobertas especiais que não apenas revolucionaram o conhecimento do corpo humano, das doenças e seus tratamentos, mas também salvaram milhões de pessoas. Essas descobertas aumentaram a qualidade e a expectativa de vida em todo o mundo, além de abrir horizontes para novos estudos.

Mas atualmente, de onde as publicações médicas científicas estão vindo? Quais são os países que mais colaboram?

Para investigar essas questões, nós nos concentramos na base de dados da biblioteca nacional de medicina dos Estados Unidos, a MEDLINE, com mais de 18 milhões de artigos e citações medicas.

Dados abertos estão fluindo ao redor do mundo, esperando por novos ângulos de análise e para enfrentar esses grandes problemas, um rico ecossistema de ferramentas tem evoluído, juntamente com novos paradigmas de arquitetura. O desafio Medline demonstra o que pode ser alcançado com o poder de ferramentas BigData.

Para fornecer alguns insights sobre como a nossa aplicação web interativa foi construída para explorar esses dados, vamos analisar o método de localização geográfica com base na filiação de texto livre. O Hadoop orientado para tratamento de dados com Scala e Spark e análise interativa com o Zeppelin notebook e renderização com React (um moderno framework JavaScript). O código foi aberto e publicado no github [1, 2] e o aplicativo está disponível funcional na Amazon AWS.

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Arqui e tecno

Vitualização de Ambientes – Provisionando com o Ansible – Parte 3

Chegamos finalmente a última parte da série de artigos sobre ambientes virtualizados, e agora vamos conhecer sobre uma ferramenta que forma um casamento perfeito com o Vagrant, e que será de total importância para a automação dos ambientes que serão utilizados para o desenvolvimento, o Ansible. Anteriormente, entendemos no artigo Virtualização de Ambientes – Uma introdução ao conceito e Vagrant, os conceitos por trás dessa abordagem para uma equipe de TI e seus benefícios, e no artigo Virtualização de Ambientes – Vagrant em ação, conhecemos uma ferramenta apropriada para implementar tais conceitos, o Vagrant.

Por que o Vagrant pode formar um casamento ideal com o Ansible?

Ansible e Vagrant

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Arqui e tecno

JavaScript – Onde queremos estar em 2016?

O stack de tecnologias JavaScript aumentou exponencialmente nos últimos tempos por diversos motivos, e é possível sublinhar alguns pontos centrais para contextualizar sobre qual direção seguir daqui para frente.  A adoção de grande parte da comunidade open source entorno da tecnologia foi e continua sendo crucial para esse crescimento praticamente orgânico que percebemos ao olhar o ecossistema JavaScript, desde ferramentas completas desenhadas para soluções abrangentes, até bibliotecas e pequenos frameworks para a resolução de problemas pontuais e recorrentes. Outro ponto crucial é o fato de o JavaScript ser uma solução Web dominante, e a Web está atualmente habilitada em quase todos os tipos de dispositivos que conhecemos, fazendo ser praticamente obrigatória a sua adoção quando falamos em Web. Com a introdução do JavaScript no lado do servidor com o NodeJS, acabou se tornando natural sua escolha.

word cloud

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Arqui e tecno

Projetando uma API REST

Bom, se você está na correria, use logo o nosso “Quick Reference Card“, um resumo das boas práticas para APIs REST.

➡ Faça o download do API Design – Cartão de Referência Rápida

OCTO – API Design – Cartão de Referência Rápida

Com mais tempo, você pode ler o nosso artigo, que mostra ponto a ponto todos as questões do “Guia de Referência“.        INTERESSADO NO ASSUNTO? CONTACTA-NOS!

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Arqui e tecno

Maturidade da Integração Contínua

Há 15 anos Martin Fowler publicou Continuous Integration, artigo seminal da Integração Contínua. Alguns meses depois, foi lançado o CruiseControl, primeiro servidor de Integração Contínua. Hoje no mundo, apenas 50% das empresas possuem Integração Contínua, número baixo levando-se em conta a redução de custos que toda automação traz.

Talvez as empresas estejam pensando apenas no investimento, sem uma visão muito clara do ROI. O esforço de implementação da automação pode ser recuperado nas atividades de build/deploy/teste em dois à quatro sprints. O retorno é especialmente grande em projetos longos.

Além da baixa adoção, a baixa maturidade também impede a completa capitalização das vantagens da Integração Contínua.

E ainda vem por aí Entrega Contínua, Deploy Contínuo e DevOps, práticas que se apoiam e vão além da Integração Contínua, mas para isso a fundação precisa estar firme…

Maturidade DevOps

Mas como se avalia a maturidade de um ambiente de Integração Contínua?

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Virtualização de Ambientes – Vagrant em ação – Parte 2

Como visto no artigo Virtualização de Ambientes – Uma introdução ao conceito e Vagrant – Parte 1, enfrentamos diversos problemas com processos repetíveis, problemas com os quais podemos resolver ao automatizamos de maneira que tudo aconteça de forma natural e controlada. Essa deve ser a busca de times que buscam ser o mais produtivo possível e utilizar seu tempo com atividades que realmente demande.

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